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Viu? É para isso mesmo que o app é perfeito.

Parece ótimo. Ahhh, não quero não!

(Só)ciavel

Esta cada vez mais difícil saber o que é ser sociável. Porque afinal ninguém mais sabe o que é ser isso.

O maior exemplo disso é eu escrevendo  aqui pra pessoas que não leem este blog.

Difícil de entender, pois é uma bipolaridade que existe em nós, às vezes eles querem estar com todos, mas ao mesmo tempo quer estar sozinho.

A tecnologia seria a maior culpada disso? Com certeza que sim, ela facilita tanta nossa vida que simplesmente esquecemos que estamos conversando e interagindo com pessoas reais.

E essas pessoas também tem uma vida,  e compartilha da mesma vivência. Estamos praticamente brincando de second life na vida real.

Eu sou das antigas (mesmo não vivido ao parecido na infância/juventude), aprecio uma conversa onde possa ouvir, olhar e sentir a pessoa que está na minha frente.

Já hoje em dia, as pessoas gostam de usar seu celular e ficar grudadas nele como fosse seu bichinho virtual, dar comida, levar pra passear, etc.

Já tinha escrito aqui antes, sobre as pessoas viverem em seu mundo isoladamente.

Isso é a contenção e funcionalidade que os celulares e aplicativos nos dá.

Cultivamos uma geração de emojis, que não sabe mais o que é “sentir” um olhar ou uma sensação parecida.

Fui vítima dessa geração, e por mais que pareça não consigo simplesmente descartar uma conversa como descarto uma lata de refrigerante. 

Mas pras pessoas isso totalmente comum.

E com isso fico imaginando: Como o futuro pode ser melhor pra nós seres humanos.

Reciprocidade

Uma palavra um tanto estranha, mas tem uma definição bem direta ao seu significado.

“Dois ou mais elementos quaisquer do mundo natural que são percebidos simultaneamente no espaço, de forma complementar e interativa.”

Com isso fico pensando e percebo quão nosso dia a dia é mais natural, e sim falso, totalmente sem sentido.

A recíprocidade em disso, desde um bom dia até um palavrão, desde socialmente até profissionalmente.

Enquanto todos querem viver o seu mundo, eu quero viver todos, sim é um erro que costumo a fazer, e que sempre acabo desgastado. Todo o santo dia.

Eu também queria ter meu próprio mundo? Não eu queria uma galáxia, onde poderia contemplar e formar algo para pessoas realmente especiais.

A troca de relações vem disso, saber com quem partilhar e compartilhar.

Porque de humanos sem coração, esse planeta já está infestado, sendo destruído todos os dias.

Relações

A originalidade da relação que é preciso conquistar. A maioria das mágoas me vem de esteriótipos, sou coagido a me enamorar, como todo mundo, a ser carente, ciumento, frustrado, como todo o mundo. Mas quando a relação é original o estereótipo é abaladado, ultrapassado, evacuado, e o ciúme por exemplo, já não tem lugar nessa relação sem lugar, (sem topos), sem topo - sem discurso.

Um trecho citado de um texto de Roland Barthes.

Quatro Linhas

Estive sumido, sem tempo e vontade de escrever, e querendo tirar projetos e ideias do papel.

Infelizmente não é fácil, mas espero seguir novos rumos o mais rápido possível.

Como gostei da ideia de escrever nesse blog achei interessante ligar um hobby nisso.

É porque não o futebol, sim esse esporte que vocês estão cansados de ver na minha timeline.

Aproveitando o verão europeu, e a melhor maneira de começar um projeto do zero.

Não vai ser fácil competir com outros blogs como os Doentes por Futebol, e o Trivela, mas quero fazer isso mais por mim, do que pelo sonho de ter um blog super acessado.

Busquei amigos que gostariam de fazer isso, então calhou de acontecer, (só espero que não dê para trás) hahahahahahahaha.

É assim vai nascer o Quatro Linhas.
Querendo que sua vida útil seja o mais longa possível, porque quero me dedicar a isso.

Pois o Quatro Linhas não vem apenas pra informar, mas sim para interagir e unificar as minhas paixões da minha vida social.

Artes, crônicas, curiosidades, muito design vão ser peças chaves para ver o futebol de um jeito diferente.

Afinal quem nunca pensou em ser um comentarista da ESPN.